Volto a ti, de onde nunca saí
desisti de tentar ser solteiro
vou viver com sensatez e arte
me declaro inteiramente em festa
Volto a mim, de onde me perdi
pois aqui existo por inteiro
volto a ser, a ter, a fazer parte
ver ao claro, sem o que me impeça
Volto à vida que jamais vivi
tento por um grito derradeiro
já que vida mesmo é amar-te
isso é tudo que meu ser atesta
Volto à morte, pois morro por ti
para o resto sou como estrangeiro
e também pra ti por não tocar-te
e não há medida que isso meça
Volto ao tudo, ao nada, volto aqui
a lugar nenhum, ao mundo inteiro
pra dizer-te, nunca me encantaste
na verdade é bom que te despeças
Volta então, perdoa o tolo em mim
este louco é como um cão mateiro
que maldiz o que de mim te afaste
e não disse uma bobagem dessa
Volta ao começo, pois é dado o fim
não importa mais ser caminheiro
e não há caminho que me baste
acabou-se, isso é o que interessa.
Espaço para divulgação dos escritores Danilo dos Santos Pereira (Nhô Danilo) e Weverton Duarte Araújo
sexta-feira, 11 de outubro de 2013
quarta-feira, 9 de outubro de 2013
O dia todo
Te vi de manhã
lavei a alma
e aí me revi
sua imagem vã
sorvi com calma
e aí me perdi
Na tarde tornei
a ter esse encontro
que tanto me apraz
e me deleitei
sem mesmo estar pronto
mas me enchi de paz
Noite adentro continua
minha alegria constante
que em pouca gente se vê
meu corpo tal que flutua
como o sol energizante
que só se encontra em você
Volta de novo amanhã
me faz sentir como um rei
como que o dono da rua
hoje tão bem me senti
como sentira jamais
assim é que deve ser.
lavei a alma
e aí me revi
sua imagem vã
sorvi com calma
e aí me perdi
Na tarde tornei
a ter esse encontro
que tanto me apraz
e me deleitei
sem mesmo estar pronto
mas me enchi de paz
Noite adentro continua
minha alegria constante
que em pouca gente se vê
meu corpo tal que flutua
como o sol energizante
que só se encontra em você
Volta de novo amanhã
me faz sentir como um rei
como que o dono da rua
hoje tão bem me senti
como sentira jamais
assim é que deve ser.
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